O que a astrologia, a homeopatia, os chacras, as terapias alternativas, a cartomancia, os mantras, o tarô cigano e os florais de bach têm em comum?
Todos são pseudociências, superstições sem sentido. Iludem, enganam e exploram a boa-fé de milhões de pessoas no mundo. Assim como as religiões, cada uma dessas pseudociências possui seu próprio sistema de crenças irracionais, que prospera e conquista ‘devotos’ graças…
O verão está chegando. Oxalá! É a melhor estação do ano. Tudo pulsa. Tudo ferve. Tudo acontece a mais de 30 graus. É sol. É praia. É chope. É sexo, suor e cerveja. É carnaval. É fevereiro. É Rio de Janeiro. É axé, pop, rock, samba, soul, funk, folk. É música!
Todo verão tem um hit, uma música que bomba, que toca em todas as rádios, pistas e cabeças do país. Qual será o hit de 2009/2010?
Qual a música de verão mais o marcou? Abaixo, as quatro que mais me marcaram. São músicas que fazem parte da minha história, que me trazem altas recordações. Espero que o verão de 2009/2010 seja tão intenso quanto estes.
Não há música que traduza melhor o que é curtir um verão avulso no Rio de Janeiro.
Não lembro o ano. Esta música estourou num dos muitos Reveillons que eu passei em Búzios. Foram tantos. Todos tão intensos. É impossível esquecer dos Luaus na Praia da Tartaruga, dos showzinhos do Nada Pessoal na praia de Jeribá, das armações na Armação, do vai e vem na rua das Pedras e dos muitos amigos que fiz no balneário e que até hoje fazem parte da minha vida.
Quem não se lembra dos ensaios carnavalescos na quadra do Suvaco de Cristo (sim, o nome do bloco se grafa mesmo com U)? Por anos aquela quadra quente, apertada, lotada e abafada por um teto de amianto abrigou o melhor programa do verão carioca. O pré-carnaval do Rio era melhor que o carnaval em si. Num desses verões Papo de Jacaré estourou e, como não podia deixar de ser, tocou repetidamente todo fim de semana na quadra do Suvaco – sob à benção do dono da axila!
Em 2004, Carlinhos Brown, Marisa Monte e Arnaldo Antunes emplacaram um sucesso atrás do outro com Os Tribalistas. Já Sei Namorar foi o maior hit do CD. Suas estrofes foram repetidas em todas as pistas do pais. Até nos blocos do carnaval de Salvador eu escutei ora Bel, ora Durval, ora Ivete cantarem com sotaque baiano “Eu sou de ninguém. Eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também!”
Hoje, 16 de outubro, faz dois anos que meu pai morreu. Essa música o emocionava bastante. Fazia-o lembrar de meu avô. Agora, quem se emociona sou eu. É difícil conter as lágrimas ao ouvir “Pai, pode crer eu tô bem, eu vou indo. Tô tentando, vivendo e seguindo, com loucura pra você renascer…”
Como eu adoro as lolitas, anitas, ninfetas! Não há nada mais excitante do que o olhar concupiscente de uma mulher de 20 e poucos anos. Um olhar livre de culpas, sem cobranças, só desejo. Desejo de viver e arrancar da vida o que ela tem de melhor. As balzaquianas que me perdoem, mas …
A lei antifumo é uma afronta às liberdades individuais e à propriedade privada. A discussão que se faz necessária não é sobre sobre os malefícios do cigarro mas, sim, sobre o tipo de Estado que queremos ter.
Não aguento mais sofrer pelo Fluminense. A cada jogo uma nova decepção. Dói ver o time da gente sem rumo, ou melhor, rumo à segunda divisão. Como disse, na carta que reproduzo abaixo, escrita dias após a perda da Libertadores, preferia não gostar tanto de futebol. Mesmo.
Eu sou um entusiasta da tecnologia. Adoro Googles, gadgets, widgets e afins. Mas estou longe de ser um técnico ou especialista. Sou apenas um usuário deslumbrado e fuxiqueiro. Fuxico aqui, fuxico acolá e logo me assanho a fazer algo que está além do meu conhecimento. Às vezes me estrepo. Mas as cagadas ensinam.
Não aguento mais esse papo bullying. Toda semana surge uma nova reportagem sobre o tema. Em quase todas o bullying é apontado como um problema social grave e recente. Não é. Nem grave. Nem recente. É natural e existe desde que jovens e crianças começaram a andar em grupo.
Gozações e sacanagens sempre fizeram parte do universo infanto-juvenil.
Rio é alegria. São Paulo é união.
Rio é sexo. São Paulo, amor.
São Paulo acolhe. O Rio expele.
São Paulo é dinheiro. Rio é fevereiro.
Rio é superficial. São Paulo é denso.
Rio é original. São Paulo simulacro.
O Rio sou…
Sou carioca. Moro em São Paulo. Prefiro o Rio, mas tão cedo não sairei de São Paulo. Sou um exilado econômico. Neste exílio de quase sete anos passei a dar ainda mais valor ao Rio. Mas também descobri que Sampa tem lá seus pontos positivos. O principal deles é que, de todas as metrópoles do mundo, São Paulo é a única que…
Ontem revi um dos primeiros episódios de Sexy and the City. Devo ser um dos poucos homens que gosta da série. Os diálogos são ágeis. As personagens, bem construídas. As cenas, engraçadas. O roteiro, muitíssimo bem escrito. Toda vez que assisto um trecho da programa lembro de alguma amiga que …
A Lista é uma música que incomoda. É triste e nostálgica. Escancara uma realidade que a atividade prática de viver costuma esconder. No trajeto de nossas vidas, gradativamente e de forma imperceptível, abandonamos sonhos, amigos, idéias e ideais. Não nos damos conta destas perdas, nem das…