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Home » Textos por Mês

Textos publicados em dezembro 2008

As mulheres de Sexy and the City
quarta-feira, 31 dez, 2008 – 15:49 | 2 Comentários
As mulheres de Sexy and the City

Ontem revi um dos primeiros episódios de Sexy and the City. Devo ser um dos poucos homens que gosta da série. Os diálogos são ágeis. As personagens, bem construídas. As cenas, engraçadas. O roteiro, muitíssimo bem escrito. Toda vez que assisto um trecho da programa lembro de alguma amiga que …

Uma música – A Lista, Oswaldo Montenegro
terça-feira, 23 dez, 2008 – 23:04 | 4 Comentários
Uma música – A Lista, Oswaldo Montenegro

A Lista é uma música que incomoda. É triste e nostálgica. Escancara uma realidade que a atividade prática de viver costuma esconder. No trajeto de nossas vidas, gradativamente e de forma imperceptível, abandonamos sonhos, amigos, idéias e ideais. Não nos damos conta destas perdas, nem das…

Uma pensata – Vontade x Realidade
segunda-feira, 22 dez, 2008 – 2:31 | Sem Comentários
Uma pensata – Vontade x Realidade

Assim como Bryan Magee contou em seu livro Confissões de um Filósofo, eu também já perdi a conta de quantas vezes ouvi o argumento de que é impossível não haver um significado para a nossa existência, pois uma vida sem objetivo nem sentido seria intolerável. “Quando eu ponderava: ‘Mas pode ser que não haja mesmo nenhuma importância em nada; afinal de contas, sabemos que existem muitas coisas que não nos agradam, às vezes…

Um ranking – baixa gastronomia (doces)
sábado, 20 dez, 2008 – 18:06 | 4 Comentários
Um ranking – baixa gastronomia (doces)

Há mais de 30 anos como o que há de mais suculento, gorduroso, engordativo e saboroso da culinária mundial. Comigo não tem essa de comida saudável. De frutas e saladas eu quero distância. Não entram no meu cardápio nem para fazer figuração. Meu negócio é comida gostosa. É bom? Manda que eu como.

As listas de casamento e o périplo da compra online
domingo, 14 dez, 2008 – 19:31 | 2 Comentários
As listas de casamento e o périplo da compra online

Eu ainda me surpreendo com a incapacidade que algumas lojas do mundo real têm de prestar um serviço de qualidade na internet.

Eis o ocorrido. No próximo sábado vou ao casamento de uma amiga. Preguiçoso que sou, queria comprar o presente do casal sem sair de casa. Descobri que havia lista de presentes em três lojas online. A saber, Ponto Frio, Roberto Simões e Tok & Stok…

Blasfêmia?
domingo, 14 dez, 2008 – 13:19 | Sem Comentários
Blasfêmia?

Vamos pecar agora, meu amor!
Amar e deitar sobre a pia batismal.
Comer a maça do pecado original.

Um contraponto – A Ritalina
sexta-feira, 12 dez, 2008 – 21:29 | 8 Comentários
Um contraponto – A Ritalina

Minha amiga Carol Costa critica em seu blog (www.guindaste.com.br) o uso indiscriminado da Ritalina, medicamento para tratar o déficit de atenção em crianças hiperativas. Nos comentários há quem discorde dela. Não me sinto preparado para opinar. Tenho pouco conhecimento sobre o uso medicamentoso da Ritalina. Posso falar um pouco de seu uso recreativo…

Que comida contemporânea, que nada!
quarta-feira, 10 dez, 2008 – 1:17 | 5 Comentários
Que comida contemporânea, que nada!

Não tenho nada contra restaurante chique. Se a comida for boa, joga a travessa na mesa que eu mando pra dentro – quem resiste à Picanha Summus do Rubayat ou ao bacalhau à lagareira do Antiquarius? Meu problema é com esta tal de cozinha contemporânea. Pra mim, é comida de novo rico, de gente…

A grande questão
domingo, 7 dez, 2008 – 20:40 | Um Comentário
A grande questão

Não sei quanto a você mas a perspectiva de morrer sem conseguir responder a pergunta mais elementar sobre mim mesmo me incomoda tremendamente. A saber, qual o sentido da minha existência?

Praticamente não fico um dia sem pensar nesta questão. Ela me persegue desde a infância. Ela e outras tantas questões correlatas. Afinal, como eu posso viver, agir e me planejar sem saber a razão pela qual eu estou vivo? Pior,

Crianças, Papai Noel não existe!
quinta-feira, 4 dez, 2008 – 9:50 | 7 Comentários
Crianças, Papai Noel não existe!

Nunca acreditei em Papai Noel. Quando criança minha mãe acreditava. Aos sete anos descobriu que era seu pai quem colocava os presentes em sua janela. Foi uma decepção para a pequena Marli. Chorou, sofreu, cresceu, virou mãe e decidiu que seus filhos não precisariam passar pelo mesmo trauma. Eu e minhas irmãs sempre soubemos que o bom velhinho, a cuca e o saci-pererê existiam apenas no…

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