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	<title>Comentários sobre: Bullying é o cacete!</title>
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	<description>Um blog por Kadu Palhano</description>
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		<title>Por: Luciano Boiteux</title>
		<link>http://umblog.com.br/idiossincrasia/bullying-e-o-cacete/comment-page-1#comment-67</link>
		<dc:creator>Luciano Boiteux</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 15:55:28 +0000</pubDate>
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		<description>Eu também estudei no Souzão. Também comecei minha vida acadêmica lá apanhando e terminei batendo. Tive grandes professoras, como a Joracy e o Padilha, e péssimos exemplos, como a psicóloga que me perguntou porque eu não reagia à pancadaria ao invés de reclamar com a Dona Yeda. 

Por causa dela, passei a distribuir porrada a cada olhar torto, já prevendo que a provocação poderia virar briga. Eu me adiantava...

Também acho que a luta pela sobrevivência com dignidade naquele colégio de certa forma me preparou para a vida. Lá, ou você era otário, ou desajustado. Não havia um meio termo, porque ninguém nunca parou para pensar em EDUCAÇÃO, de verdade. 

Fiquei de 79 a 85 e acho que a permanência no meio das feras ajudou a formar minha personalidade, a saber avaliar melhor as pessoas à minha volta. Ou não. 

Gostei muito do seu texto. Enviei-o para meus irmãos, que também estudaram no Souza Leão. E para amigos que ouvem minhas histórias e acham que não estou falando a verdade quando digo que cadeiradas, brigas de apagador, corredor polonês e diretoras omissas eram aperitivos para a vida.

Grande abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu também estudei no Souzão. Também comecei minha vida acadêmica lá apanhando e terminei batendo. Tive grandes professoras, como a Joracy e o Padilha, e péssimos exemplos, como a psicóloga que me perguntou porque eu não reagia à pancadaria ao invés de reclamar com a Dona Yeda. </p>
<p>Por causa dela, passei a distribuir porrada a cada olhar torto, já prevendo que a provocação poderia virar briga. Eu me adiantava&#8230;</p>
<p>Também acho que a luta pela sobrevivência com dignidade naquele colégio de certa forma me preparou para a vida. Lá, ou você era otário, ou desajustado. Não havia um meio termo, porque ninguém nunca parou para pensar em EDUCAÇÃO, de verdade. </p>
<p>Fiquei de 79 a 85 e acho que a permanência no meio das feras ajudou a formar minha personalidade, a saber avaliar melhor as pessoas à minha volta. Ou não. </p>
<p>Gostei muito do seu texto. Enviei-o para meus irmãos, que também estudaram no Souza Leão. E para amigos que ouvem minhas histórias e acham que não estou falando a verdade quando digo que cadeiradas, brigas de apagador, corredor polonês e diretoras omissas eram aperitivos para a vida.</p>
<p>Grande abraço!</p>
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